sexta-feira, 29 de maio de 2009

Pampers


Hoje sai de casa, andei uns 10 metros até a garagem da vizinha onde fica guardado meu carro e como sempre faço, abri o portão, entrei no carro, tirei o carro, desci do carro, fechei o portão entrei no carro mais uma vez e parti ao meu destino.

Após dirigir por uns segundos notei que meu tênis escorregava no tapete quando acelerava o carro, no primeiro farol que parei ascendi a luz do teto e fui verificar o que estava errado. Pensava estar apoiando o pé em cima de algum papel, chiclete ou algo simples de ser resolvido e após investigar cheguei a triste conclusão de que havia pisado na merda.

O mais interessante é que até descobrir o que havia acontecido a merda não fedia, não sei se por alguma questão psicológica após descobrir tal fatalidade a merda passou a feder muito, o cachorro que abandonou aquilo na calçada com certeza já esta morto. Até ai tudo bem, as coisas sempre podem piorar.

Sigo com aquele cheiro absurdo e o vidro do carro aberto para aliviar o odor, quando reparo gotas d'água no para brisa do carro, verdade! Eu também não acreditei ou não queria acreditar, mas começou a chover, logo tive que fechar o vidro, que tortura.

Foi então que lembrei de um perfume com aroma de talco que carrego no carro e mandei ver, espirei pelo carro todo com a intenção desesperada de me livrar daquela fedentina, mas na verdade o que obtive foi aquele cheiro de fralda suja. Quem já teve contato com criança sabe do que falo, frauda suja tem um cheiro misto de merda com talco, algo muito estranho, como dizem por ai, não fede nem cheira.

Cheguei ao meu destino, deixei o carro em um estacionamento e fui fazer o que devia fazer, ao voltar, para fechar com chave de ouro, o manobrista me entrega a chave do carro e diz com um sorriso daqueles bem filho da puta sarcástico, cara acho que cagaram dentro do seu carro, eu puto com a situação, segui a linha daquele dito popular que diz "o que é um peido para quem esta cagado" e devolvi o sarcasmo dizendo, eu sei cara, na verdade foi eu! Peguei a chave, entrei no carro e fui para casa lavar meu tênis e o tapete do carro, pois no fim das contas foi eu quem cago no carro.

O poder da Risada





O que mais me atrai nesses vídeos não é o contexto e sim as risadas. O primeiro é ilário e insuperável, o segundo encontrei bem por acaso e não consigo deixar de rir ao ouvir as risadas das pessoas no vídeo, é contagiante.

Já foi comprovado cientificamente o poder dá risada, além de prevenir rugas e a flacidez facial, algo que agrada em muito as mulheres, já vi testes onde pessoas eram expostas a incomodos como ficar com a mão repousada em algo muito quente ou muito frio, e quando faziam isso assistindo vídeos engraçados as pessoas toleravam o incomodo por muito mais tempo.

São inúmeros os benefícios da risada. Quem não gosta daquelas crises de riso que depois de um tempo nem sabemos mais do que estamos rindo e quando paramos, basta olhar para o outro e tudo começa outra vez, aquela risada que tira o fôlego, libera lágrimas e chega a doer a barriga.


Resumindo dar risada é muito bom! HAHAHAHAHA

terça-feira, 26 de maio de 2009

Bob Esponja

Os Nerds são bons de cama


Leia !

Gostaria de deixar bem claro que sou atuante na área de tecnologia da informação, logo sou um baita de um nerd, e concordo com tudo que acabaram de ler. E é por eu ser tão nerd que minha namorada carrega sempre um largo sorriso em seu rosto (risos).

sábado, 23 de maio de 2009

Exéquias - L. F. Verissimo

Quis o destino, que é um gozador, que aqueles dois se encontrassem na morte, pois na vida jamais se encontrariam. De um lado Cardoso, na juventude conhecido como Dosão, depois Doso, finalmente - quando a vida, a bebida e as mulheres erradas o tinham reduzido à metade - Dozinho. Do outro lado Rodopião Farias Mello Nogueira Neto, nenhum apelido, comendador, empresário, um dos pós-homens da República, grande chato. Grande e gordo. O seu caixão teve que ser feito sob medida. Houve quem dissesse que seriam necessários dois caixões, um para o Rodopião, outro para o seu ego. Já Dozinho parecia uma criança no seu caixaozinho. Um anjo encardido e enrugado. De Dozinho no seu caixão, disseram:
- Coitadinho.
De Rodopião:
- Como ele está corado!

Ficaram em capelas vizinhas antes do enterro. Os dois velórios coneçaram quase ao mesmo tempo. O de Rodopião (Rotary, ex-ministro, benemérito do Jockey), concorridíssimo. O de Dozinho, em termos de público, um fracasso. Dozinho só tinha dois ao lado do seu caixão quando começaram os velórios. Por coincidência, dois garçons.

Tanto Dozinho quanto Rodopião tinham morrido por vaidade. Dozinho, apesar de magro ("esquálido", como o descrevia carinhosamente dona Judite, professora, sua única mulher legítima), se convencera de que estava ficando barrigudo e dera para usar um espartilho. Para não fazer má figura no Dança Brasil, onde passava as noites. As mulheres do Dança Brasil, só por brincadeira, diziam sempre: "Você está engordando, Dozinho. Olhe essa barriga." E Dozinho apertava mais o espartilho. Um dia caiu na calçada com falta de ar. Não recuperou mais os sentidos. Claro que não morreu só disso. Bebia demais. Se metia em brigas. Arriscava a vida por um amigo. Deixava de comer para ajudar os outros. Se não fosse o espartilho, seria uma navalha ou uma cirrose.

Rodopião tinha ido aos Estados Unidos fazer um implante de cabelo e na volta houve complicações, uma infecção e - suspeita-se - uma certa demora deliberada de sua mulher em procurar ajuda médica. E ali estavam, Dozinho e Rodopião, sendo velados lado a lado. Dozinho, o bom amigo, por dois amigos. Rodopião, o chato, por uma multidão. O destino etc. Perto da meia-noite chegaram dona Judite, que recém-soubera da morte do exmarido e se mandara de Del Castilho, e Magarra, o maior amigo de Dozinho. Magarra chorava mais que dona Judite. "Que perda, que perda", repetia, e dona Judite sacudia a cabeça, sem muita convicção. A capela onde estava sendo velado Rodopião lotara e as pessoas começavam a invadir o velório de Dozinho, olhando com interesse para o morto desconhecido, mas sem tomar intimidades. Magarra quis saber quem era o figurão da capela ao lado. Estava ressentido com aquela afluência.

Dozinho é que merecia uma despedida assim. Um homem grisalho explicou para Magarra quem era Rodopião. Deu todos os seus t¡tulos Magarra ficou ainda mais revoltado. Não era homem de aceitar o destino e as suas ironias sem uma briga. Apontou com o queixo para Dozinho e disse:
- Sabe quem é aquele ali?
- Quem?
- Cardoso. O ex-senador.
- Ah... - disse o homem grisalho, um pouco incerto.
- Sabe a Lei Cardoso? Autoria dele. Em pouco tempo a notícia se espalhou. Estavam sendo velados ali não um, mas dois notáveis da nação. A freqüência na capela de Dozinho aumentou. Magarra circulava entre os grupos enriquecendo a biografia de Cardoso.
- Lembra a linha média do Fluminense? Década de 40. Tati, Matinhos e Cardoso.

O Cardoso é ele. Também revelou que Cardoso fora um dos inventores do raio laser, só que um americano roubara a sua parte. E tivera um caso com Maria Callas na Europa. Algumas pessoas até se lembravam.
- Ah, então é aquele Cardoso?
- Aquele.

A capela de Dozinho também ficou lotada. As pessoas passavam pelo caixão de Rodopião, comentavam: "Está com ótimo aspecto", e passavam para a capela de Dozinho. Cumprimentavam dona Judite, que nunca podia imaginar que Dozinho tivesse tanto prestígio (até um representante do governador!), os dois garçons e Magarra.
- Grande perda.
- Nem me fale - respondia Magarra.

Veio a televisão. Magarra foi entrevistado. Comentou a ingratidão da vida. Um homem como aquele - autor da Lei Cardoso, cientista, com sua fotografia no salão nobre do Fluminense, homem do mundo, um dos luminares do seu tempo - só era lembrado na hora da morte. As pessoas esquecem depressa. O mundo é cruel. A camara fechou nos olhos lacrimejantes de Magarra. A esta altura tinha mais público para o Dozinho do que para o Rodopião. Pouco antes de fecharem os caixões chegou uma coroa, para Dozinho. Do Fluminense.

O acompanhamento dos dois caixões foi parelho, mas a televisão acompanhou o de Dozinho. O enterro de Rodopião foi mais rápido porque o acadêmico que ia fazer o discurso esqueceu o discurso em casa. Todos se dirigiram rapidamente para o enterro do Cardoso, para não perder o discurso de Magarra.
- Cardoso! - bradou Magarra, do alto de uma lápide. - Mais do que exéquias, aqui se faz um desagravo. A posteridade trará a justiça que a vida te negou. Teus amigos e concidadãos aqui reunidos não dizem adeus, dizem bem-vindo à glória eterna! Naquela noite, no Dança Brasil, antes de subir ao palco e anunciar o show do Rubio Roberto, a voz romântica do Caribe, Magarra disse para Mariuza, a favorita do Dozinho, que estranhara a ausência dela no cemitério àquela manhã. Mariuza se defendeu:
- Como é que eu ia saber que ele era tão importante?
E chorou, sinceramente.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Adeus Rodrix

Morre aos 61 anos Zé Rodrix. Leia mais !



Casa no campo

Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa compor muitos rocks rurais
E tenha somente a certeza
Dos amigos do peito e nada mais
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa ficar no tamanho da paz
E tenha somente a certeza
Dos limites do corpo e nada mais
Eu quero carneiros e cabras pastando solenes
No meu jardim
Eu quero o silêncio das línguas cansadas
Eu quero a esperança de óculos
E um filho de cuca legal
Eu quero plantar e colher com a mão
A pimenta e o sal
Eu quero uma casa no campo
Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapé
Onde eu possa plantar meus amigos
Meus discos e livros
E nada mais

Zé Rodrix

Crianças...

Acredite se quiser...


Eu sou Corinthians...

Após ser impedido de tirar a segunda via de sua carteira de identidade no Poupa Tempo Luz, por estar vestido com a camisa do time de futebol Esporte Club Corinthians Paulista, o professor de 26 anos assinou o nome de seu clube de coração no local onde deveria assinar o seu nome de batismo.

MUITO BOM!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Sandy, Junior e Sandy version Japan

Impossível assistir até o fim...

Não


Hoje fui a uma entrevista de emprego. Como sempre acontece, cheguei antes da hora marcada, aguardei na recepção, a avaliadora me chamou e entramos em uma sala de reuniões.

Depois de algum tempo conversando, ela me perguntou se eu havia lido os 5 itens da missão da empresa que constão em um painel atrás da recepcionista. Eu com toda a vontade do mundo de impressiona-la respondi que não foi possível visualizar tal informação, pois na recepção existem 4 poltronas para sentar e aguardar, das quatro uma fornece total visão do painel, uma segunda poltrona fornece visão parcial e as outras duas ultimas não permitem visualizar o painel pois se encontra de costas para o mesmo, a poltrona que permite total visão do painel estava ocupada, por mero acaso das três poltronas restantes me acomodei na que me permitia ver o painel parcialmente, logo não fui capaz de me atentar a tal informação.

Ao terminar a mulher me olhava com cara de cú igual a mulher da imagem acima puts! Não devia ter perguntado. E eu fiquei pensando, por que dei uma resposta tão elaborada e rica em detalhes se a vaga é para desenvolvedor, profissional que liga com a lógica e a objetividade.

Próxima vez direi apenas Não! Não li porra nenhuma.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Vamos com calma!


O que será que falta na vida? Não digo na minha vida, nem na sua, falo da vida no geral. Para ser mais especifico na vida na cidade de São Paulo, não sei como vivem as pessoas em lugares mais calmos.

Penso que na vida paulistana falta calma, falta olhar para os lados, esperar o sinal abrir, mastigar antes de engolir, falta olhar pra cima, ouvir aquela música na hora e não deixar para depois, pois todos sabemos que depois ela vai demorar a tocar, vamos esquece-la e não a ouviremos mais, falta sentir os gostos, perceber os sons, olhar as coisas com mais calma, será que a chuva ainda tem o mesmo gosto de quando era-mos crianças?

Qual foi a ultima vez que você serrou os olhos para tentar olhar o sol, aquela estátua de quem é? Aposto que se tirarem ela de seu caminho você não notará, por que o porteiro foi trocado, por que faz frio e amanhã já faz calor, por que paramos apenas na hora de dormir? Sempre com pressa, disputamos a beira da calçada, assim que possível eu atravesso, jamais engatamos a primeira marcha quando o sinal abre, por que vamos tão rápido se sempre vamos pro mesmo lugar?

Sempre estamos correndo, mas corremos por que? Amanhã correremos da mesma forma, e amanhã de amanhã, e amanhã de amanhã de amanhã... Por Deus que sábado venha logo! Mas por que? Para fazer as mesmas coisas que fiz no final de semana passado.

Tenho olhado mais para as coisas, as vezes paro um instante e olho em volta, olho pro céu, quando possível até sento, assim é mais seguro, evito ser atropelado pela multidão que vai apressada. Então eu olho, penso, penso e não vejo sentido no que penso, aí volto ao fluxo e ando mais rápido que antes, preciso recuperar o tempo que perdi pensando em sei lá o que. Mas mesmo assim tem feito a diferença, a noite lembro de mais coisas, as vezes tenho até do que rir sem precisar apelar aos comedy stand up. Comendo com mais calma meu estômago dói menos, e após posso ate tomar um café sem passar mal.

Vamos com calma!

Fico por aqui, deixa eu ir andando estou atrasado.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Gravata?


Onde estou fazendo nada trabalhando no momento, todos usam gravata, como não tenho a mínima vontade de usar esse acessório diariamente, até o momento não toquei no assunto e sigo frequentando a empresa sem gravata, diferente de todos os demais funcionários. Por isso me surgiu a curiosidade de saber quem foi o infeliz a pessoa que inventou esse adereço e descobri que esse item ao meu ver desnecessário tem uma história muito interessante e resolvi compartilhar com vocês.

"O século XIX foi marcado por combates ideológicos entre quem usava gravatas brancas e quem usava gravatas pretas. Estas últimas começaram a se espalhar pela Europa naquela época, o que não era aprovado pelos tradicionalistas da gravata branca. Apesar desse "combate", os anos 1800 foram a era de ouro da gravata, com manufatureiros surgindo por todos os lados. Guias sobre nós tambem surgiam. Começavam também discussões sobre a gravata e a personalidade. Balzac escreveu que a gravata de um homem de gênio é bem diferente da de um homem medíocre. Todo homem deveria saber qual a gravata ideal para seu temperamento, como tratá–la, limpá–la, passá–la. Nessa época começa a aparecer um tipo de gravata que mais tarde seria chamado de gravata borboleta.
Essa foi uma era sem igual no mundo de fantasia que girava em torno da gravata. Livros, discussões filosóficas, muita coisa girava em torno da gravata. Naquele momento surge uma classe obrigada a usar gravata em seu trabalho: os funcionários de escritórios."


Leia mais...

Muito interessante! Porém mesmo assim não pretendo usar. Como vemos na foto acima prefiro que as mulheres usem gravata (risos).

Será que meu chefe acessa essa merda esse blog?

Alexandre Garcia - Desabafo

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Gosto de te amar

Porque os daminhos empacam?


Com certeza você já presenciou algum casamento em que o daminho (criança que leva as alianças aos noivos) empacou. Eu presenciei essa situação esse final de semana e parei por um instante para pensar sobre.

No meu caso a criança era um garoto.

Coloque-se no lugar de um garoto de 3 anos de idade, esse garoto esta acostumada a beber, comer, assistir desenho, brincar e dormir.

Do nada ele se encontra em uma situação bastante diferente da qual esta acostumado a viver, primeiro vestem o garoto com uma roupa vista por ele apenas uma vez na vida, que por sinal foi o mesmo tipo de roupa que usava o tio Zé quando o trancaram "dormindo" em uma caixa de madeira, enfiaram a caixa em um buraco escuro e ele nunca mais foi visto por ninguém, muito menos pelo garoto.

O garoto olha pra frente e o que vê?

Um tapete vermelho que termina embaixo de um cara sangrando pregado em uma cruz, embaixo desse cara tem um homem de saia, do seu lado direito uma porrada de gente, do lado esquerdo uma outra porrada de gente, todos olhando pra ele, no mínimo o garoto pensa:

- Fodeu! Isso aqui é um corredor polonês.

Aquela tia avó que ela adooooooooooooora, bate em suas costas e diz:

- Vai lindinho! A mamãe e o papai estão te esperando no altar.

O que o garoto pensa?

- Legal já detonaram com meus pais e agora vai acabar comigo! Não passo nessa merda nem a pau...

Pronto! É lógico que as crianças empacam!