terça-feira, 30 de junho de 2009

Hipocrisia


O ato mais hipócrita que uma pessoa pode exercer é negar sua própria hipocrisia. A hipocrisia faz parte de um pacote de características necessárias para uma pessoa manter-se em harmonia com os demais. Junto da hipocrisia temos o bom senso, a conveniência, a educação. E com o exercício de todas essas características evitamos nos colocar em situações constrangedoras, magoar pessoas... E assim facilitamos as nossas vidas.

É um fato inegável que muitas pessoas usam essas características de má fé, seja para tirar vantagem de outras pessoas, conseguir as melhores coisas, se colocar nos melhores lugares. Mas se todos nós resolvêssemos descartar a hipocrisia e passássemos a dizer o que pensamos a todo momento e jamais aceitarmos calar frente a opinião do outro e esperar nossa vez de falar ou não falar, teríamos mais um Irã.

É comum ouvirmos pessoas enchendo a boca para dizer Não sou hipócrita, e no momento seguinte contra dizer o que acaba de afirmar.

Eu sou hipócrita e nunca fui idiota de dizer ao contrário. É a mando da minha boa educação e com base no meu bom senso que coloco minha hipocrisia em prática e deixo de falar algumas coisas a algumas pessoas, deixo de ter algumas atitudes, para poder manter pessoas queridas por perto.

Pelo que li nos livros Nietzsche era um exemplo do não ser hipócrita, adotando essa postura foi muito solitário e teve problemas para se relacionar até com sua mãe, me chamem de fraco se for o caso, mas não saberia ser como Nietzsche.

Muitas vezes precisamos ser hipócritas por tolerar pessoas que não nos agradam para ter perto outras que são de extremo agrado para nós. A Hipocrisia, quando exercida por bem, pode ser encarada como um ato de sacrifício em prol na nossa merecida e desejada paz.

Assim que as coisas são, ao menos no meu ponto de vista as coisas são dessa maneira.

Não seria hipócrita de afirmar minha verdade como sendo verdade absoluta.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

P R O M O Ç Ã O ! ! !


A melhor frase sobre o tema
artista morto ganhará um par, repito, um par de ingressos e uma viajem com tudo pago com acompanhante para o show do Michael Jackson em Londres ! ! !

Vamos lá! Postem suas frases nos comentários deste post.

O vencedor será anunciado dia 04.07.2009

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Paradoxo - Aliança e Lápide

O que vou escrever neste post, não condiz com o que de fato penso, por isso é um paradoxo.

Como algumas pessoas já sabem estou usando aliança de compromisso, e isso faço por pura e espontânea vontade dela. Porem já tive uma certa aversão a alianças, durante uma época me dava até dor de barriga pensar nisso. Mas creio que com um pouco de amadurecimento, vivência e a pessoa certa superei isso.

Mas resgatando meus tempos de aversão a alianças e adicionando um pouco de machismo, tive um pensamento. Sei lá por que surgiu em minha mente uma comparação entre as alianças e as lápides.

Tanto a Aliança quanto a lápide possuem valores do barato ao carrissimo, ambas aparecem em nossas vidas em momentos marcantes e em ambas gravamos o nome de alguém seguido de datas, no caso da aliança apenas uma.

Nessas coisas ambas se parecem, porem a maior diferença entre a aliança e a lápide é que na lápide gravamos o nome de quem perdeu a vida e na aliança gravamos o nome de quem roubou a vida.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Em tempos de crise...

Como algumas pessoas já sabem estou trabalhando próximo a Rua Teodoro Sampaio e nestá região existem muitos sebos e lojas de instrumentos musicais.

Sendo assim, me disponibilizo para quem precisar de produtos vendidos nesses dois seguimentos.

Estou com uma Promoção, vou cobrar apenas 25% do valor do produto comprado para fazer esse "favor", para os que desejam uma cotação antes coto em 5 estabelecimentos distintos e cobro apenas 10% do valor medio do produto nos estabelecimentos.

NãO pErCaM ! ! !

Memória de peixe


As vezes penso que tenho memória de peixe, tenho uma dificuldade enorme em guardar informações que acabo de receber. O mais estranho é que minha memória visual é muito boa, sou um ótimo fisionomista e consigo voltar a lugares que já estive apenas relembrando o caminho enquanto vou avançando por ele. Porém infomações sobre pessoas, coisas e conversas é complicadissimo.

Uma vez uma professora de inglês metida a psicóloga me disse que eu possuo uma agitação e uma ancia por falar tão grande que acabo esquecendo as coisas que acabei de ouvir por não estar prestando total atenção e por tentar pensar em várias coisas ao mesmo tempo, ela me disse isso após eu perguntar porque muitas vezes esqueço o que ia falar.

A pouco estava conversando via MSN com uma amiga e ela disse Vou fumar e eu respondi Você fuma? Ela retrucou O que você guarda das nossas conversas, eu já disse 3 vezes que fumo e vc pergunta de novo.

Isso acontece constantemente, as vezes as pessoas falam Porra cabei de responder. Meus pais por exemplo já acostumaram eles apenas respondem Você já perguntou isso x vezes. E então eu fico pensando Caramba será que tenho algum problema? Viro para meus pais e pergunto Quantas vezes mesmo vocês disseram que eu já perguntei sobre... sobre... Puts o que eu tinha peruntado mesmo?

terça-feira, 23 de junho de 2009

Rindo... Rindo... Rindo...

Ontem um colega me passou um site entitulado Vida de Merda neste site as pessoas escrevem brevemente situações constrangedoras e ou desagradáveis que viveram. Eu fiquei quase uma hora antes de ir embora da empresa lendo este site. E não conseguia deixar de rir de algumas situações.

Deu meu horario e fui embora para o ponto de ônibus esperar o mesmo. Mas comecei a pensar nas situações que as pessoas haviam vivido e comecei a dar risada, essas risadas passaram a um surto de riso que eu não conseguia mais controlar, as pessoas no ponto de ônibus me olhavam e com toda certeza pensavam que eu era maluco, para disfarçar eu comecei a ouvir rádio pelo celular com o intuito das pessoas entenderem que eu ria de algo que ouvia no celular.

Alguns foram para mais longe de mim outros me olhavam torto, até graças ao Deus meu ônibus chegar, ao menos assim pensei, quando entrei no ônibus e sentei a coisa piorou, pois dentro do ônibus o barulho da rua era menor e a risada passou a ser grunidos e gemidos, tipo aqueles de quando tentamos segurar as risadas e não conseguimos. Mais uma vez todos me olhando com cara de que merda é essa?

Uns cinco minutos depois entra no ônibus uma vizinha e senta exatamente ao meu lado, e o fato de pensar que não podia rir pois já estava ridiculo e que todos me olhavam, fazia com que eu risse cada vez mais, após uns dois minutos ela me pergunta Você esta bem e eu gargalhando e me contorcendo no banco respondo Sim, estou bem pra caraio hehehehehe hahahahaha. E ai fudeu de vez...

O sono começou a vir eu fui me acalmando e acabei dormindo, ninguem sabe por que eu ria tanto muito menos a vizinha, no minimo deve estar pensando que eu estava drogado ou na melhor das hipóteses que sou retardado.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Piadinha...

29 anos,executivo,senta-se na poltrona do avião com destino a New York
e...... maravilha!, com uma deusa sentada junto à janela.

Após 15 minutos de vôo ele não se contém:

- É a 1ª vez que vai a New York?
- Não,é uma viagem habitual.
- Trabalha com moda?
- Não, viajo em função de minhas pesquisas. Sou sexóloga.
- Suas pesquisas dedicam-se a quê?
- No momento, pesquiso as características do membro masculino.
- A que conclusão chegou?
- Que os Índios são os portadores de membros com as dimensões mais
avantajadas e os Árabes são os que permanecem mais tempo no coito.

Logo, essas etnias são as que proporcionam mais prazer às suas parceiras.
Oh! Desculpe-me Sr., eu estou aqui falando sem parar e nem sei seu nome...

- Mohammed Pataxó! Muito prazer!

Valew Jão!!!

Pátria Madrasta Vil


Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários. Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre 'Como vencer a pobreza e a desigualdade' .


Pátria Madrasta Vil

Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência. .. Exagero de escassez... Contraditórios? ?
Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.

Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil.', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe.
Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.

A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome.
Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar.
E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?

Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo.
Sem egoísmo. Cada um por todos...
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído?
Como gente.... Ou como bicho?

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Malandro é o Pato?


Todos devem saber que o jogador de futebol e autista Alexandre Pato Dãr vai se casar com a atriz e patricinha Sthefany Brito Daslu. Sendo assim, será que aquele excelente dito popular, malandro é o pato que já nasce com os dedos grudados para não usar aliança, vai com o tempo deixar de ser dito?

Moqueca de Peixe


Semana passada me aconteceu algo inusitado. Fui trabalhar como faço todos os dias, exceto sábado, domingo, feriados e emenda de feriados, graças ao Deus. Voltando ao assunto... Fui trabalhar como faço todos os dias e por volta da metade do dia saí para almoçar.

Como é minha primeira semana de labuta nesta empresa, ainda não conheço os melhores lugares para almoçar, então saí a caça de um lugar de meu agrado. Após andar alguns metros dobrar algumas esquinas e atravessar algumas ruas, encontrei um restaurante capixaba. Achei super bacana, tudo bem decorado ao estilo capixaba, me senti almoçado no Espírito Santo Amém. Pois bem, sentei-me e pedi uma moqueca de peixe, até ai tudo normal, comi a moqueca, que por sinal estava excelente.

Após me deliciar pedi a conta e aí começa aparte inusitada da história. A mulher trouxe a conta e ficou parada ao meu lado e eu sem saber o que fazia ela ali, eu esperava que ela me encaminhasse ao caixa para que eu pudesse passar meu cartão VISA, após alguns segundos sem nenhuma manifestação da mulher eu disse:

EU - Onde passo o cartão?
ELA - Não trabalhamos com cartão, pagamento apenas em dinheiro!

Opá! Detalhe importante, eu estava em Pinheiros, próximo a Dr. Arnaldo e próximo do CENTRO de São Paulo, nesse momento deixe de me sentir no Espírito Santo simplesmente e passei a ter a impressão de estar em uma cidade lá no fundo do canto esquerdo do Espírito Santo.

Jamais imaginaria comer em um lugar que não passa cartão estando onde estava.

Resolvi o problema indo até um caixa sacar o dinheiro.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Surtar


Na tarde do dia de ontem, pois são duas e onze da manhã e sendo assim hoje já é hoje e não é mais ontem, eu conversava com um amigo via bate papo do Gmail, quando não me recordo porque eu escrevi surtei e sei lá porque também ele me corrigiu, como se eu tivesse escrito a palavra de forma errado. Como sabia que havia escrito certo fui até um dicionário on-line para provar para meu colega que de fato eu estava certo.

Procurei em um e não encontrei a palavra surtar, achei super estranho pois confiava naquele dicionário on-line, eu sempre o usava. Passei a outro e também não encontrei resposta sobre a definição e maneira correta de se escrever surtar.

Foi então que abismado me veio a desconfiança. Passei a acreditar que na verdade a palavra surtar não existia, comecei a ficar confuso, não podia acreditar no que estava acontecendo, utilizei a palavra por 23 felizes anos e agora descubro que simplesmente essa palavra não é reconhecida pelos dicionários da língua portuguesa, nesse momento quase surtei. Porém me controlei, mantive a calma e fui investigar.

Acabei por descobrir que na verdade o verbo surtar é um jargão psiquiátrico que acabou sendo muito bem incorporado na linguagem cotidiana ao ponto de acreditarmos que faz parte da língua portuguesa. Creio que essa nem minhas amigas (Dani e Pri) sabiam.

Após isso comecei a pensar em quantas outras coisas eu acredito mas na verdade não devem ser o que penso que são. A vida é um mistério, sempre estamos aprendendo ou descobrindo algo.

Deixa eu esquecer esse assunto caso contrário vou acabar surtando.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Perigo na esquina - Capítulo 01


Era noite fria de mês de Junho, o homem andava rápido e fumava, era um trago atrás do outro, demonstrava ter presa e estar nervoso, talvez fugisse de algo ou de alguém. Era um homem alto e magro, usava sobretudo, boina e um cachecol, demonstrava elegância. Andava o mais rente ao muro que podia, parecia querer fugir da fraca luz dos postes.

Andava por ruas desertas, as vezes cruzava com alguns cães desses de rua que vivem as noites a revirar lixo atrás de matar a fome. Após andar um pouco mais chegou em uma avenida com maior movimento, porém nada de extraordinário, eram poucas as pessoas por ali, talvez por ser madrugada. Dois botecos abertos um de cada lado da avenida, alguns mendigos na porta de um dos botecos e duas prostitutas com roupas bastante curtas, inapropriadas para o frio que fazia, o homem magro não entendia a quem desejavam se mostrar.

O homem magro passou uma vez na frente do boteco mais próximo da esquina que se encontrava, deu uma boa olhada para dentro do estabelecimento, como se procurasse alguém ou um lugar onde não encontrasse alguém que o procurava, examinou o ambiente com tanta atenção que nem notou as insinuações das garotas para ele. Parou uns metros dá porta do boteco, puxou mais um cigarro de seu bolso o acendeu e tornou a se aproximar do estabelecimento, dessa vez ficava claro que tinha a intenção de entrar. Assim que pisou no lugar, foi logo tocado no braço por uma das garotas, essa parecia ser mais velha que a outra, disse coisas que não era do interesse daquele homem e ele com um olhar seco deixou claro que a garota não agradava, com ar de contrariada a moça voltou para porta do bar e lá ficou a conversar com sua colega. O homem magro sentou-se no balcão de uma maneira que poderia com um simples virar de pescoço ver tudo que se passava no ambiente e a todo momento dava uma olhada para a rua.

O balconista se aproximou, perguntou se desejava algo, o homem magro não se deu nem ao trabalho de abrir a boca, com um breve sinal negativo com a cabeça deixou claro que nada desejava do estabelecimento. Ficou ali apenas fumando, uns minutos depois é abordado mais uma vez pelo balconista que lhe faz a mesma pergunta, com o intuito de ser deixado em paz, o homem magro aponta para a primeira garrafa que viu a sua frente. O balconista o serviu, se via que era alguma bebida forte, o homem magro deu um gole, fez uma cara de quem custava a engolir a bebida e colocou o copo de lado, havia garantido um pouco mais de privacidade com aquela bebida que com toda certeza ele não sabia qual era.

Sempre olhando para porta do boteco vê entrar uma mulher séria porem muito bonita, no frio as mulheres se vestem com maior elegância, ela caminha rápido e vai direto até o homem magro o encarando. O homem magro se vira para frente como se desejasse ignorar o óbvio, ela estava indo até ele. A mulher séria o tocou no ombro lhe chamando por um nome que não era o dele e já foi dizendo:

- Minha parte esta feita agora é com você!

O homem magro se mostra confuso, talvez em sua vida nunca teria conhecido alguém que tivesse aquele nome e agora vem uma pessoa totalmente estranha até ele o chamando por um nome que ele desconhecia e falando sobre algo que ele não fazia a mínima ideia do que seria. Após dar o que supostamente seria um recado, a mulher se virou e saiu com a mesma rapidez que entrou.

O homem magro se manteve no balcão do bar pensando no que havia acabado de acontecer, acendeu mais um cigarro e seguiu pensando se devia ou não ter ido atrás da mulher e tentar entender o que havia acontecido.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

A cura para gripe do porco


Se os cientistas soubessem que a cura para gripe do porco era tão simples, não teriam gasto dinheiro e tempo, muito menos teriam priorizado as pesquisas para descobri-la.

Por quase um mês, fui aterrorizado com a idéia de morrer de gripe, poxa nunca pensei em morrer de gripe, no máximo alguns dias de cama com coriza e dores no corpo.

Mas a humanidade seria extinta, a gripe saindo sei lá da onde já havia chegado na América do Norte e foram comprovados alguns casos em São paulo, por Deus, eu moro em São Paulo, ela já esta próxima à mim. Olhei embaixo da cama, atrás da porta, dentro do guarda-roupas e nada, porem é fato que ela existia e da maneira que a mídia me mostrava ela provavelmente iria acabar comigo e toda minha família.

Eis que é encontrada a cura! Uma acidental pastilha de barragem do Piauí e um trágico efervescente a base de tragédia aérea, mais conhecido como AF 447. E como em um passe de mágica aquele pesadelo desesperador que tive nas ultimas noites, onde porcos com lenços me perseguiam e eu por mais que tentasse não conseguia correr, sumiu.

Não se fala mais em gripe do porco, mas ainda me fica a dúvida e aí? Não vou morrer? Então a raça humana não será derrubada pela metade? Meus pais não vão espirrar até a morte?

Creio que não! Ficar gripado saiu de moda, a moda agora é preparar kits para os desabrigados da barragem do Piauí e tentar descobrir onde esta o Wally avião desaparecido.

Definitivamente, a mídia não sabe amar duas coisas ao mesmo tempo.

Joe Cocker - You are so beautiful